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Além do jogo: Tartarugas Ninja

Em 1983, Kevin Eastman, um empregado de um restaurante que procurava por publicadores undergrounds para suas historias em quadrinhos conhece Peter Laird, que trabalhava vendendo imagens para jornais. Depois de muitas conversas e brainstorms decidiram publicar, por conta própria, o que lhes custou 1.200 dólares, uma de suas idéias, em 3000 copias de uma revista em preto e branco de uma sátira de várias revistas da época.

Essa revista, que foi lançada em maio de 1984, era o primeiro material de uma franquia que se tornaria jogos, brinquedos, filmes e seriados da televisão: Teenage Mutant Ninja Turtles.

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Alex Kidd, o mascote esquecido - Parte II

Na primeira parte deste dossiê falamos sobre o inicio do mascote que começou inovando com Alex Kidd in Miracle World mas acabou perdendo fôlego em suas sequencias (The Lost Stars e BMX Trial). Será que a Sega aprendeu com os erros e conseguiu fazer o mascote voltar a velha forma? Todo o poder do Mega Drive foi suficiante para colocar a franquia nos eixos? É o que você acompanha a seguir na parte final do nosso dossiê.

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Review: Blackthorne

Quando o universo de Tuul invadiu as telas do Super Nintendo

Conversões nem sempre eram sinônimos de fidelidade de um sistema para outro no mundo dos videogames, mas, se tratando de Blackthorne (ou Blackhawk na Europa) lançado pela Blizzard/Interplay em 1994, tanto para o MS-DOS quanto para o Super Nintendo respectivamente, os donos deste console não tiveram do que reclamar. O jogo seguia praticamente a risca a versão do PC (com exceção de uma pequena censura quanto a tela de continue e sangue no jogo) trazendo um tema mais maduro aos jogos da Nintendo.

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Entrevista: Humberto Martinez

Na primeira entrevista do site PhoenixDown tivemos a honra de entrevistar Humberto Martinez, redator-chefe da OLD!Gamer. Em nossas conversas por e-mails, Humberto se mostrou bastante prestativo e dedicado à revista, demonstrando verdadeiro amor pelo que faz. Após o fechamento da terceira edição (sim, ela vai sair!), ele arrumou um tempinho em sua lotada agenda para nos conceder uma entrevista e nos revelar muitas novidades. Além, claro, de justificar o atraso da nossa querida OLD!Gamer. A entrevista vem a seguir.

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Meu querido Memory Card

A partir do Playstation o Memory Card começou a ser fundamental nos consoles. Como os CDs não têm memória volátil e é impossível colocar um chip em cada um, o Memory Card foi a melhor saída da Sony para armazenar os saves dos jogos. Contando com 128kb de espaço num EEPROM e dividido em 15 blocos, o acessório fez parte da vida de muitos gamers e ajudou a consolidar a Sony no mercado.

Mas este não é um artigo técnico sobre o Memory Card e sim pessoal. Bom, depois do meu Dactar eu passei um período muito longo sem possuir um console (um dia ainda conto esta história por aqui) e na época do Playstation eu tinha duas opções para jogar: na casa de um amigo de infância na rua onde morava (e moro ainda) ou nas locadoras. Não casa de meu amigo não rolava outro jogo a não ser Winning Eleven, o que não era ruim pois gostava muito do game mas para jogar outros tinha que ser nos famosos playgames (como eram conhecidos aqui as locadoras que cobravam por hora para jogar). Só que no início da era Playstation nem tudo eram flores pois a locadora onde jogava não havia comprado um Memory Card. Cansei de jogar Resident Evil sem salvar por causa disso.

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Review: Prince of Persia

Uma produção das mil e uma noites em apenas 60 minutos...

No final da década de 1980 os computadores pessoais(PCs) começaram cada vez mais a fazer parte não só dos escritórios, mas também dos lares e da jogabilidade de alguns gamers que começariam a explorar um novo e fascinante mundo nos jogos. Claro que se tratando do Brasil poucos felizardos tinham a possibilidade de ter máquinas como MSX, Commodore 64 e, claro, o Apple II.

E foi exatamente neste PC que surgiu um dos jogos que ditaria uma nova tendência em tudo o que se conhecia até então para games neste sistema. No dia 03 de Outubro de 1989 o mundo conheceria Prince of Persia, um jogo amplamente inspirado em obras literárias como Simbad o Marujo, Alladin, As Mil e uma Noites e toda uma série de elementos fascinantes do mundo árabe, mas, com um toque de criatividade dos irmãos Francis (Músicas) David (Vídeos) e Jordan Merchener.

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Alex Kidd, o mascote esquecido - Parte I

Infelizmente o Master System, no geral, não conseguiu vingar no seu tempo, mas alguns títulos conseguiram deixar sua marca na história dos games com uma ótima qualidade de game design. Um jogo a parte que vou comentar aqui, creio que já passou pela mão de todos os jogadores que tiveram ou jogaram um Sega Master System (SMS). Um jogo que sofreu uma queda graças a decisões de sua empresa desenvolvedora e por péssimas decisões para sua continuação. Um protagonista que foi feito para ser descartado um dia e deixado de lado para que um ouriço azul pudesse brilhar.

Em 1986 a SEGA percebeu que estava em perigo de perder mais ainda no mercado de games por causa de um encanador carismático da Nintendo que estava roubando a cena. Para poder competir eles precisavam urgentemente de um novo mascote, e para isso foi retirado do trono o personagem do game Opa-Opa (na época mascote da SEGA) para entrar Alex Kidd.

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